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terça-feira, 12 de julho de 2011

Um cabelo permite identificação vítimas de homicídio


Um só cabelo é suficiente para reconstituir os movimentos de uma pessoa nos Estados Unidos, graças a um novo teste que poderá permitir à polícia verificar os álibis ou identificar as vítimas de homicídios, revela um estudo.
Com a ajuda de simples amostras de água da torneira e restos de cabelos recolhidos nos cabeleireiros de todo o país, investigadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conseguiram pôr em evidência diferentes químicos, suficientemente significativos para servir de marcadores geográficos.
O estudo, publicado esta semana revela que 85 % das variações de isótopos de hidrogênio e oxigênio nos cabelos de uma pessoa se devem a diferentes composições da água potável. Um só fio de cabelo pode, por exemplo, permitir a determinação do lugar onde se encontrava uma pessoa há semanas, e mesmo anos, consoante o comprimento do cabelo e o tempo em que caiu.
A equipa de investigadores, liderada pelo geoquímico Thure Cerling, elaborou um mapa com diferentes rácios de isótopos de hidrogénio e oxigénio presentes nos cabelos, que, apesar de não permitirem determinar com precisão lugares, possibilitam identificar diferentes áreas geográficas.
A técnica poderá também ser utilizada pelos médicos para determinar os sintomas associados ao agravamento de doenças alimentares ou pelos antropólogos e arqueólogos que procuram reconstituir as migrações das populações ou animais desaparecidos, segundo os cientistas.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

UM CABELO PERMITE IDENTIFICAÇÃO DE VÍTIMA DE HOMICÍDIO

Um só cabelo é suficiente para reconstituir os movimentos de uma pessoa nos EUA, graças a um novo teste que poderá permitir à polícia verificar os álibis ou identificar as vítimas de homicídio, revela um estudo.
Com a ajuda de simples amostra de água, de torneira e restos de cabelos recolhidos nos cabeleireiros de todo o país, investigadores da Universidade de Utah, nos EUA, conseguiram por em evidência diferentes químicos, suficientemente significativos para servir de marcadores geográficos.
O estudo publicado revela que 85% das variações de isótopos de hidrogênio e oxigênio nos cabelos de uma pessoa se devem a diferentes composições da água potável. Um só fio de cabelo por exemplo, pode permitir a determinação do lugar onde se encontrava uma pessoa à semanas, e mesmo anos, consoante o comprimento do cabelo e o tempo em que caiu.

A equipe de investigadores, liderada pelo geoquímico Thure Cerling, elaborou um mapa com diferentes rácios de isótopos de hidrogênio e oxigênio presentes nos cabelos, que, apesar de não permitirem determinar com precisão lugares, possibilitam identificar diferentes áreas geográficas.

A técnica poderá também ser utilizada pelos médicos para determinar os sintomas assossiados ao agravamento de doenças alimentares ou pelos antropólogos e arqueólogos que procuram reconstruir as migrações das populações ou animais desaparecidos, segundo cientístas.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fios de Cabelo


Os fios de cabelo estão sendo estudados pela Faculdade de Ciências da saúde, da Universidade da Beira Interior. Eugênia Galhardo dirige o projeto. O projeto prevê a detecção de drogas no corpo humano sem precisar de exames sanguíneos.É um projeto de doutoramento que pretende detectar drogas como opiáceos e canabinóides, entre outras através de amostras de cabelo. ''A medida que o cabelo cresce, é possível traçar um perfil de consumo'' explicou a Agência Lusa Mario Barroso, especialista na área de toxicologia forense da delegação sul (Lisboa) do INML (Instituto Nacional de Medicina Legal). ''É possível associar a presença de determinadas substâncias no cabelo ao consumo de drogas, e mediante o comprimento fazer a correspondência com um determinado período no tempo'', explicou. O cabelo cresce cerca de 1 cm por mês ''mas cada caso é um caso'', ressalvou Mário Barroso. ''Quanto mais comprido, mais cuidado é necessário na análise'', disse.
A colheita obedece a alguns critérios específicos, alguns ainda em estudo, como a necessidade de amostra do cabelo ter de ser recolhida em zonas onde o ''Cerscimento é mais homogêneo'', explicou. O projeto ''está no início'' e, por enquanto, a metodologia está apenas validada para consumo de cocaína. No final pretende ser aplicado a todos os tipos de drogas de abuso mais correntes, sejam opiáceos ou canabinóides.



Vantagens: '' O fato de não ser invasivo e facilidade de recolher a amostra que pode ser feita praticamente por qualquer pessoa'', frisou Eugênia Galhardo.